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Bordado com alma

Este é o resultado da oficina da Sávia. Ela falou para desenharmos o que gostamos. Eu só sei desenhar as coisas que a minha sobrinha de dois anos me pede. Como sou patchworkeria, fiz um nine patch e depois acrescentei as bordas. Agora verei se será uma almofada ou um painelzinho ou uma bolsa.

Oficina de Bordado com Sávia Dumont

Passei o último fim-de-semana bordando com essas moças. Foi diferente de todos os cursos dos quais já participei porque o enfoque foi a afetividade e a brincadeira para fazer desabrochar a craitividade. A técnica foi demonstrada e aplicada de forma descontraída. A Sávia é autora de diversos livros, uma mineira divertidíssima, e a conheci por intermédio de uma nova amiga da blogsfera, a Jaci. Foi muito interessante: ela leu o meu post sobre a exposição da família Dumont (aqui) e me procurou. Resultado: pude ver aqueles bordados todos pessoalmente, aprender, e conhecer pessoas maravilhosas.

Patchwork e bordado

Devagar e sempre, hei de terminar. Já falei dele aqui e aqui, quando fiz meu primeiro bloco. Agora está quase pronto. Ainda falta escolher as bordas e quiltar. Quando comecei não pensei que daria tanto trabalho. Tive que aprender, além de bordar, tingir fitas e tecidos porque não encontrei nem fitas verdes nem algodão trabalhado creme.
E quando fui passar hoje de manhã, queimei um pedaço da fita e vou ter que trocar um bloco que ficou com verde grudado porque esqueci que a fita de poliamida derrete na temperatura de passar algodão.
É chato ficar com um projeto por tanto tempo, mas já desisti de me disciplinar. Eu fico o tempo todo querendo aprender coisas novas e começo um projeto atrás do outro. Devo ter mais de trinta começados. Sei que vou terminar alguns, os que eu projetei, outros vão ficar de memória de técnicas que aprendi e que nunca vão virar nada.
Tudo bem.

Exposição de bordados Matizes Bordados Dumont


Aproveitei o feriado de 21 de abril para ir na exposição do grupo Matizes sobre o Santos Dumont na Caixa Cultural na Praça da Sé, aqui em São Paulo, que vai até dia 6 de maio. Os trabalhos ilustram o livro “Alberto – Sonhos e Alinhavos – a ousadia de ir além do chão”, de Sávia Dumont,o projeto é uma homenagem ao centenário do vôo Santos Dumont com o 14 Bis.
São uns 17 quadros com bordados muito criativos que utilizam diversos tipos de tecidos e fios, com pontos simples e rústicos produzindo texturas e relevos muito bonitos. Eles já passaram por várias cidades, inclusive Paris, o que pode explicar alguns desfiados e enrugados nos trabalhos.
"O grupo Matizes Dumont é formado por seis artistas da mesma família de Pirapora (MG): a mãe, Antônia Zulma Diniz Dumont, e cinco filhos, Ângela, Marilu, Martha, Sávia e Demóstenes. Para bordar as histórias, os artistas apostaram em técnicas antigas para retratar o cotidiano e os sentimentos, recriando a diversidade cromática da pintura, a partir da observação da natureza. Os bordados são baseados nos desenhos do artista Demóstenes Dumont Vargas e a partir deles as telas são criadas com linhas de cores fortes e texturas variadas. Depois de prontas, são fotografadas e viram ilustrações de livros. " ( tirei daqui )
Vale a pena visitar e aproveitar para conhecer o museu onde a exposição está instalada: é a agência central do banco original com todos os móveis, máquinas e ambientes de época. Fui também na Catedral da Sé que está muito bonita e andei na praça que foi reformada recentemente. Foi um ótimo passeio.

Exposição de bordados



Uma das poucas coisas que fiz nestas duas últimas semanas além de compras para o natal foi ver a exposição de bordados no Shopping Morumbi. O nome sugestivo da exposição é "Além da Natureza e do Bordado" que descreveu muito bem os trabalhos expostos. A minha amiga Patrícia participou com um vaso de papoulas lindo que pode ser visto aqui . Quem organizou foram os professores Wagner Vivan e Benigna Rodrigues que desenvolvem um trabalho muito interessante com patchwork.

Embroidery Workshop with Sharon B

Comecei esse curso online na semana passada Develop a Personal library of Stitches with Sharon B mas só hoje consegui bordar um pouco. é um curos de 6 semanas e estamos na segunda. Tem muita lição!


I finished my first sampler today. I delayed a little to start because I chose at first a fabric 42 threads. Later I bought some and worked with one of 25 ct. I never used this type of fabric and started counting the points, later found this very boring and stitched in accordance with my eyes. I did not obtain to make zig-zag chain stitch, then I simplified. I did not use backing fabric, in the next one I go to use.
Terminei meu primeiro sampler hoje. Demorei um pouca para começar porque escolhi primeiro um linho não apropriado com 42 fios. Depois comprei alguns e trabalhaei com um de 25 fios. Eu não havia usado esse tipo de tecido e comecei contando os pontos. depois achei isso muito cahto e fiz de acordo com os meus olhos. Não consegui fazer o zig-zag chain stitch, então simplifiquei. Não usei forro, no próximo vou usar. Gostei do resultado.

Quilt de lavandas

Eu não parei de fazer patchwork. Terminei de bordar todos os rococós do meu painel de lavandas - a cor não é azul, é bem lavanda - e agora vou montar os blocos. Sou demorada mesmo, mas tenho que terminar até dezembro, ele vai morar em Madrid.

Borboleta em ponto cheio


Fiquei tão contente por ter conseguido bordar esta borboletinha. Eu tinha visto no blog da Sharon B. e ela comentou sobre a Helen Stevens que é maravilhosa nesse bordado em ponto cheio. Essa inglesa borda com fios de seda japoneses que não existem aqui, o que não me animava a aprender o bordado japonês pelo qual sou apaixonada. Comprei vários livros, fiquei namorando e tomei coragem de tentar com a nossa mouline mesmo e dei sorte com a cor, ficou bem brilhante. Usei um fio só e quase fiquei vesga mas valeu a pena.

Bouquet


Neste trabalho usei as fitas de poliamida que tingi. Trabalhar com elas é muito diferente das de seda que usei antes. O bordado fica com mais relevo e as flores um pouco mais grosseiras, mas o resultado fica muito bom, além de ser muito mais barato. Tive um acidente na hora de passar: molhei para tirar as marcas de lápis e fui passar pelo avesso, como sempre faço. Esqueci que não estava usando só material natural e o ferro de passar grudou um pouco porque estava mais quente do que devia. Não teve nenhuma consequência a não ser pela sujeira no ferro, mas temos que tomar cuidado com material sintético, o que inclui costurar com linha de poliéster.

Crazy Quilting 100detail2

Nesta semana tive dificuldade com minhas fotos, não ficaram boas. Escuras, sem foco, com reflexo, será que preciso trocar de câmera?
Nesta borda usei dois fios de mouliné rayon e prendi as miçangas com linha de costura verde porque não tinha linha invisível.
Tenho várias coisas para postar, mas estava em dúvida porque eu deveria escrever weird things about me respondendo a uma brincadeira da net e estou desconfortável com isso. Bom, na dúvida, vai ficar para outra oportunidade...

Crazy quilting 100detail1


Junto com o grupo Crazy Quilting Brasil comecei a bordar meus blocos de crazy seguindo a série da SharonB:100 details for 100 days. Não estou pensando em fazer todos eles, nem todos os dias, vamos ver como o grupo vai andar.
Usei os materiais que eu tinha há tempos em casa, quando eu tiver mais experiência saio para comprar outros embellishments. Só depois que fiz percebi que se fizesse os triângulos com menos fios (usei 3 fios de moliné) ficaria melhor, errando e tentando que se aprende. Ficou carnavalesco mas alegrou o meu dia.

Bordado com fitas de seda


Ontem terminei meu primeiro motivo de rosas. Copiei o trabalho da Cândida, mas é claro que não ficou tão lindo quanto o dela. Me lembrei dos estudantes de pintura copiando as obras de arte nos museus que já visitei, para aprender uma técnica é preciso copiar de algum mestre. Quando conseguir dominar todos esses materiais novos e tão diferentes, tenho certeza que vou conseguir fazer arranjos lindos também. É impressionante como é preciso mudar até o jeito de segurar a fita, a mão tem que ficar leve, leve. Acho que até o pensamento fica mais sutil. Obrigada Candy.

Candlewicking


Terminei esse bordado há uns dias. É um projeto da revista Stitch que eu assino e gosto muito, mas achei que a explicação deixou a desejar. O projeto é em branco para fazer uma almofada, mas como não tem nada branco mais na minha casa até a próxima excursão para a 25 tive que recomeçar em azul. E no tecido que nós tingimos: eu, Cândida, Telma e Patrícia. A Telma já falou desse nosso encontro no blog dela.
É um bordado do tipo Candlewicking segundo a revista e pela minha pesquisa foi desenvolvido no início dos anos 1800 nos Estados Unidos pelas pioneiras que tinham poucos materiais à mão, então era feito basicamente com algodão cru e fio de pavio de velas, o que deu origem a esse nome.

Sunbonnet Sue


Terminei o quarto bloco de Sunbonnet Sue em redwork. Este é meu segundo trabalho com as meninas. O outro fiz com aplicação para a minha sobrinha Fernanda e ficou muito bom com a decoração em tons lavanda do quarto dela.

Cansei de Sunbonnets. Mas são lindinhas e têm origem em histórias infantis do começo dos anos 1900. Li que a editora de livros Kate Greenaway, em 1870, já as desenhava. Mas o crédito pela criação das meninas com chapéu é de Bertha Corbett Melcher. Ela ilustrou o livro "The Sunbonnet Babies" publicado em 1900. Em 1902, colaborou com Eulalie Osgood Grover no "The Sunbonnet Babies Primer" e a série de livros foi um sucesso por décadas nos Estados Unidos. Aqui estão três links que valem a pena visitar:

http://hartcottagequilts.com/his8.htm

http://www.sunbonnetsue.com/suehistory.html

http://william.torkington.com/sunbonnetABC/

Já estou bem treinada no stem stitch. Agora estou pensando como vou montar o painel. Alguma sugestão?

Redwork no tecido sintético


sb-002, originally uploaded by quiltaeborda.

Continuando meus testes, agora bordei num gorgurão que restou de uma cortina da minha casa. Como o meu algodão branco acabou, achei que este combinaria com a linha de seda. Coloquei também uns brilhos e o resultado ficou bom.

Redwork com linha perlé


redwork, originally uploaded by quiltaeborda.

Continuando meus testes com linhas. agora usei um algodão mais grosso, branco, com um fio de linha Aquarele Corrente. Também usei ponto haste para ficar mais grosso. A espessura pareceu ideal, mas conforme vai-se bordando ela vai desfiando. Deve-se usar pedaços curtos de cada vez principalmente se for um tecido que provoque mais atrito conforme borda-se. Acho que é boa para um efeito mais rústico.

Redwork com linha de seda


redwork-006w, originally uploaded by quiltaeborda.

Terminei de bordar essa com a linha da Guttermam que ganhei da representante no Festival do SENAC. A linha é linda e bordei com um fio só. É superlisa e desfia fácil. Não é para iniciantes. Não sei quanto custa mas usei mais da metade do rolinho neste bloco.

Curso de Crazy


seam1, originally uploaded by quiltaeborda.

Finalmente desencantei. Espalhei todas as miçangas, fitas, linhas, bordados do kit do curso e me pus a bordar sem medo. Foi uma delícia. Peguei a apostila da Candy e copiei um dos bordados dela. Surpresa: tive que mudar porque não consegui fazer um só francês sobre a florzinha e coloquei uma miçanga para segura-lá. Resultado: ficou diferente, uma criação minha! Esse tal de crazy é muito legal. Em todo cantinho você tem que usar a imaginação. No patch tradicional, a gente planeja um trabalho e começa a executar, não tem que pensar muito. No crazy é o contrário: não dá para planejar todos os detalhes antecipadamente, ficaríamos loucas. Então vamos bordando e as surpresas vão aparecendo. Como esse deleite que eu não imaginava que poderia acontecer comigo...

Crisântemos


Hoje fui tentar bordar no cetim para experimentar antes de bordar o meu bloco de crazy do curso. Para começar quando risquei com a caneta que sai com água, ela borrou tudo. Daí tive que riscar com lápis. Usei três fios de mouliné e só lembrei do que a Cândida me disse sobre mudar a textura agora. se tivesse usadom menos fios nos galhos eles ficariam mais interessantes. Quando estava terminando percebi que quando o bordado fica mais denso, com mais pontos próximos, o cetim começa a enrugar, franzir. Por isso as bordadeiras colocam uma entretela atrás para dar firmeza ao tecido, agora entendi.
Não fiz mais nada porque fiquei de cabeça quente. No fim do dia me ligaram com um pedido indecoroso: trabalhar mais e continuar ganhando o mesmo salário. E o pior é que gosto do meu trabalho, o que que eu faço? Mudo de trabalho para trabalhar menos e continuar ganhando o mesmo numa coisa que não gosto ou encaro como investimento? Ai de mim...

Flores de fita de seda

Estou me esforçando para aprender os bordados do crazy. Está sendo um desafio. Primeiro tem a variedade de escolhas para cada pedacinho do bloco e a quantidade de informação que tenho na cabeça me deixa indecisa na hora de começar. Sei que com o tempo isso vai passar e vou destravar. Segundo, os materiais são variados, dá para bordar com um fio, dois, três, com fio de algodão , com fio de rayon, lã e todos aqueles fois esquisitos que vejo por aí. E cada um deles dá uma característica diferente para o motivo, cada um deles deve receber uma tensão. E ainda tem o tecido de base, até agora só tentei no algodão ou nos tecidos de bordar, mas tem os sintéticos que são muito, muito delicados. Terceiro, o design, que eu nem me preocupei ainda. Quarto, a variedade de pontos e as combinações entre eles, cada efeito que dão é uma surpresa. Só aprendi uns três ou quatro, quantos serão no total?
Me apaixonei pelas fitas, comprei umas de seda maravilhosas. Caras, dá pena de usar. São temperamentais, não ficam do jeito que quero, teimam em virar de lado ou se enrolarem. Levei um tempão para fazer essas flores aqui. Mas o nó francês fica uma graça. E aprendi o nó colonial, mais gordinho.
Comecei a fazer também o sampler, uma linha só. E ainda estou treinando o crewel. Não estão bonitos para tirar foto ainda.
Estou trabalhando, plantando, adubando, me adestrando. Logo começo a colher minhas flores.