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Revistas japonesas

Já me perguntaram várias vezes onde compro revistas e livros japoneses e de outras procedências. Vamos ver se consigo ajudar dessa vez. Onde mais compro revistas japonesas é na Livraria Fonomag (quando você passa o mouse sobre qualquer coisa na tela e aparece uma mãozinha, ela indica um link sobre aquilo, para quem não sabe). A livraria fica na Rua da Glória 242, no bairro da Liberdade, aqui em São Paulo. Vou lá pelo menos uma vez por mês buscar as revistas que assino e ver as novidades. As moças são muito atenciosas e sempre me dão uma pilha de revistas para ver se quero comprar alguma. Eles também enviam pelo correio e aceitam encomenda. Não tenho nada a ver com eles, sou só uma cliente fiel.
No mesmo bairro existe a Livraria Sol, na praça do lado do metrô. Eu não gosto de lá porque eles só aceitam dinheiro ou cheque, nada de cartão.
Pela internet, já comprei muito no site YesAsia, quando eles tinham frete grátis para todo o mundo. Agora só acima de U$99 e ainda não juntei muitos ISBN para comprar. ISBN é número de identidade de qualquer publicação e que vale para qualquer lugar do mundo. Como não sei japonês, ainda, procuro os livros que quero pelo ISBN, na pesquisa avançada. É só vir aqui, colocar o número e apertar GO lá em cima. Se eles tiverem vai aparecer o livro, na maioria das vezes sem a capa. Se quiser, você pode ver se no site japonês da Amazon tem, aqui, mas eu não compro lá porque o frete sai mais caro que o livro, só uso para pesquisar e olhar.

Colocador de linha


Fazia tempo que eu via essa traquitana nas revistas japonesas e pensava se poderia ser uma boa ferramenta. É maravilhosa! É só colocar a agulha com a ponta para cima, a linha no meio e apertar a alavanca e sua linha está passada pelo buraco da agulha! E ainda tem uma ranhura para cortar a linha: não precisa de tesoura. Será que pode levar no avião na mala de mão?
O meu veio do Japão, por aqui não sei onde tem, ouvi dizer que a Paulinia vai trazer, nos States olhe aqui.

English paper piecing - Hexágonos

Hoje eu vi esse tutorial de english paper piecing em fotos muito legal para quem está querendo aprender: clique aqui.
As minhas tentativa de mostrar a técnica estão aqui, aqui e aqui.

Big Brown Bag



Posted by Picasa
Gostei muito de fazer essa mala nas aulas que estou tendo com a Rute Sato. Ela é bem firme, usamos sarja, um algodão bem mais grosso nas partes lisas. O trabalho em crazy é feito com a técnica do "Empilha e Corta".
Eu nunca tinha usado a hera para marcar as linhas do quilt e adorei, dá para ver nessa última foto como a marcação fica nítida. Eu a tinha há anos e não sabia como usar até que minha amiga Patricia me mostrou num dos nossos encontros. Adorei.

English Paper Piecing - EPP - Jardim-da-vovó

Como unir os hexágonos na técnica de EPP:
Eu procurei nos meus livros em inglês e em vários sites e o ponto usado chama-se whipstitch (veja um deles aqui) cuja tradução para o nosso português é ponto do chicote. Num livro de Portugal que tenho o nome é ponto de luva. Nos sites brasileiros que encontrem chamam de ponto de alinhavo, mas eu acho que esse ponto não é bom para descrever, melhor seria ponto atrás. Eu prefiro chamar de ponto de emenda.
A ilustração a seguir, que tirei do livro japonês que mostrei aqui, dá uma dica muito boa: começar a 3mm das bordas, voltar com o ponto de emenda, costurar até o final e voltar outros 3mm.

Dedal e a L.E.R.

Voltei a costurar uns hexágonos: agora com 1cm de lado. Eu costumo imprimir os moldes em um papel mais grosso com 120g/m² para não arredondar as pontas. Só que fica mais difícil de alinhavar porque a agulha tem mais dificuldade para passar pelo molde e o dedão começa a doer pelo esforço de puxar a agulha. Esse dedal de borracha da Clover ajuda muito nesse movimento porque não deixa a agulha escorregar. Mesmo fazendo só uns 60 hexágonos para o projeto tenho medo da L.E.R. - Lesão por Esforço Repetitivo, quero costurar até meus 90 anos de idade... Posted by Picasa

Lightbox Apliqué


Outro dia tive um surto psicótico e fiz esse beija-flor em um único dia. Peguei o meu livro da Carol Armstrong e finalmente aprendi a técnica dela. Ela chama de Lightbox Apliqué porque usa uma caixa de luz para riscar os desenhos no tecido. Como eu não fiz a minha caixa de luz, peguei emprestado o meu negatoscópio, aquele painel de ver radiografias, do consultório. Adorei. É difícil, mas eu sou muito melhor costurando do que bordando. O mais difícil foi bordar o bico com ponto cheio, não consegui fazer as bordas uniformes apesar de ter contornado antes com ponto partido (split stitch). Usei vários dos meus tecidos tingidos do Clube Alinhavo e eles ficam bárbaros nesse tipo de trabalho apesar da Carol usar tecidos lisos sólidos. Foram 23 pedacinhso de tecido aplicados com a técnica de virada da agulha. Se alguém se interessar posso tentar fazer um passo-a-passo.

Riscando tecidos - Water Erasable Pens


Eu adoro minhas canetas de riscar tecidos. Hoje usei as três para contar que a do meio - CHACO - é a melhor. Tem a ponta média e firme. A de cima é bem fina, serve para desenhos muito delicados, e a de baixo - Mark-B-Gone - é bem porosa, deixa o traço largo demais. São todas japonesas e nem me lembro onde comprei. Sou aficcionada por canetas, lápis, qualquer coisa para riscar meus tecidos, e sempre compro todas as que encontro em todas as lojas que visito.
Preste atenção no uso delas: NUNCA passe a ferro depois de riscar! Elas são water erasable, isto é, saem com água. Depois de terminar o trabalho, lembre de não passar nas fases intermediárias, pulverize água sobre os riscos e eles desaparecem. Eu coloco o trabalho sobre uma toalha, com aqueles pulverizadores de plantas molho os riscos, passo uma outra toalha por cima para tirar o excesso do água e deixo secar. Só depois de ter certeza que todos os riscos sairam é que passo a ferro. Fica perfeito.

Tecidos importados em São Paulo

Me perguntaram e eu estava aflita por não responder logo onde eu costumo comprar tecidos para patchwork. É uma das coisas mais viciantes que tem, não conheço ninguém que se mantenha sob controle numa loja de tecidos.
Atualmente onde vou com mais frequência é na minha amiga Chung que é dona da loja Welli. Ela sempre tem muitas novidades em tecidos e livros. Também compro na Entrelaçadas onde os tecidos são lindos e caros. Faz tempo que não vou na Kikikits, mas ela tem bastante coisa. Na 25 de Março, o Fernando Maluhy tem um pouco de importados e são mais baratos que nas outras lojas. A última vez que fui na Paulinia fiz um estrago na minha conta bancária e estou enrolando para voltar lá: os tecidos japoneses são maravilhosos e a minha Bernina está me esperando. Também compro pela Internet na Keepsake Quilting mas é arriscado, já tive que pagar 60% de impostos e já fiquei quase um ano assinando o medley of the month sem problema nenhum com alfândega.
Não tive nehnuma experiência com tecidos que encolhem, nem nacionais nem importados. Às vezes, algum solta um pouco de tinta e tenho por hábito não guardar nenhum tecido sem lavar. Também costumo verificar se o tecido ficou torto depois de lavado e costumo dar uns puxões nas diagonais para trazê-lo ao normal antes de passar a ferro. Sempre guardo em caixas com tampa ou dentro do armário porque tenho pavor de poeira. Também sempre deixo a persiana do quarto de costura fechada para não entra muita luz lá e desbotar meus trabalhos e meus tecidos.
Não tenho comprado muito porque ainda não consegui botar ordem no quarto de costura e ando muito entretida com os bordados.
Isso tudo é para tecidos de algodão. Depois que ingressei no mundo do Crazy comecei a descobrir os tecidos sintéticos, mas daí é outro capítulo...

Impressora doméstica + amaciante = tecido personalizado

Estou devendo uma descrição da forma de imprimir no tecido e peço desculpas pela demora mas tive uma semana bem movimentada. Eu não sou uma boa professora, mas aí vai.
Usar a impresssora jato de tinta (essa que temos em casa) já é usado há um bom tempo. As gringas têm um líquido chamado Bubble Jet que é difícil de trazer e no Brasil, ouvi dizer, é vendido pela Lido Quilt. Tem também o tal de transfer paper que é vendido em qualquer loja de produtos para computadores. Eu já comprei e não me animei a usar porque ouvi dizer que dixa uma textura emborrachada no tecido.
O que eu fiz e deu certo é a técnica que a Cândida ensinou no curso de Crazy. É a técnica do amaciante. Não precisa de nada além de um amaciante de supermercado, o seu tecidinho de algodão lavado e a sua impressora.
Eu cortei no tamanho da folha A4, um pouco menor nas bordas. Mergulhei os tecidos secos numa bacia com Confort tradicional puro e deixei uma noite inteira. No outro dia torci bem e deixei secar no varal. Depois de seco passei à ferro para esticar e com uma fita durex em toda extensão da borda superiro do tecido prendi na folha A4. Como cortei o tecido um pouco menor, ficou papel sobrando de todos os lados, isso é importante para que o tecido entre na impressora sem provocar um acidente.
A Cândida ensinou a usar uma folha de freezer paper grudada no tecido, dá uma estabilidade maior.
Daí é só mandar imprimir a estampa que você escolheu.
A minha etiqueta foi feita no Microsoft Publisher que tenho no meu computador.
A Miwa me contou que o resultado fica bom se deixarmos as cores bem vivas usando algum programa gráfico e figuras com boa resolução.
Depois de impresso, deixe a tinta secar bem por mais uma noite. No outro dia é só passar a ferro para fixar bem a impressão. Daí lave o tecido novamente com detergente e passe de novo. Pronto para usar.
Agora uma observação importantíssima: Se você é alergica como eu, use luvas e estaja num lugar bem arejado na hora de passar a ferro usando uma máscara. Eu não sabia que era tão alergica e fiquei com as mãos descascando e com crise de asma por uma semana depois da aventura. Eu ainda não achei um amaciante sem cheiro, deve ajudar. Se você encontrar me avise.
Se a minha explicação ficou confusa, dê uma olhada no blog Abeautifulcraft que foi onde eu vi pela primeira vez essa técnica.

Quilt Label


Etiquetei o quilt. É a primeira vez que um trabalho meu vai par algum lugar. Parece que estou mandando um filho viajar, pensando se ele será bem tratado, se vão gsotar dele,se vai voltar bem...
Resolvi testar a técnica de impressão no tecido que a Cândida ensinou porque a minha letra é muito ruim. Fiz simples com medo de não ficar nítido, mas ficou igual à impressão no papel. Gostei muito do resultado. Agora estou saindo para um congresso e só volto na quinta-feira. Espero que não arranjar mais compromissos, senão não faço me dedicar ao patch do jeito quero. Só vou levar as minhas lavandas para bordar.

Crewel embroidery e bloco-a-bloco

Como faz tempo que não escrevo, façamos uma atualização. Desde o último post recebi três pequenos hóspedes : meus sobrinhos e minha neta postiça. Adoro os baixinhos, mas preciso de uns dois dias para me recuperar depois que eles vão embora.

Desenterrei estes blocos de hexágonos que eram para produzir meu segundo trabalho: uma colcha para minha irmã. Fiz alguns blocos na técnica bloco-a-bloco e deixei para comprar o tecido do entremeio depois. Depois de inúmeros UFOs e vários trabalhos terminados, resolvi retomar. Achei um tecido 1930 do jeito que eu queria e tive que lembrar como faz a montagem. Vai ficar lindo. Só quero pensar um jeito de aplicar as flores à máquina para ir mais rápido e, como os blocos são de 20x20cm, não precisa ser à mão.


Tive minha segunda aula do curso de crazy, que continua ótimo, mas só fiz a lição do silk print, que a Candida ensinou e é genial. Agora tenho que costura pelo meno um bloco com aqueles tecidos escorregadios. Estou enrolando porque estou com medo.








Comprei esse livro de crewel embroidery na Livraria Cultura da SearchPress inglesa: Beginner's Guide to Crewel Embroidery e fiquei apaixonada. O tal do crewel, pelo que entendi, é um tipo de lã, mas como não gosto de lã estou tentando com três fios de mouliné mesmo. Depois saio para procurar essa tal lã. Com outro fio, segundo a autora, Jane Rainbow, não é crewel embroidery, apenas surface embroidery, whatever.




E para terminar, chegaram minhas duas Stitch que encomendei do Embroiderers' Guild e, como a minha mentora em bordados, estou crazy com isso.










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